Por que usar madeiras de reflorestamento?

Em meio à crise ambiental global séria que vivemos, falar de maneiras mais sustentáveis de viver e de sustentar a economia é crucial para que possamos contribuir para um futuro mais saudável e abundante para todos. No mercado madeireiro, por exemplo, é imprescindível falar sobre os benefícios do uso de madeiras de reflorestamento.

 

Diferente do desmatamento que extrai árvores surgidas naturalmente e deixa o local vazio, no reflorestamento não existe devastação de mata nativa feito assim um replantio, um corte consciente.

 



O reflorestamento também contribui para o sequestro de CO2 da atmosfera e pode ressignificar terras que antes eram improdutivas ou até mesmo inutilizadas. Todos esses benefícios, consequentemente, são uma grande arma no auxílio ao controle climático mundial. Pode parecer abstrato, mas pequenas áreas de reflorestamento no Brasil, por exemplo, possivelmente terão um impacto mundial em se tratando de combate às mudanças climáticas.

Uma vantagem do uso de madeiras de reflorestamento na construção é que o gasto de energia para adquirir o material é imensamente menor do que o de materiais como aço, concreto ou alumínio. E depois de pronta, a construção com madeira tende a ter um bom desempenho térmico e acústico.

Vantagem para o ecossistema:

  • Melhora a qualidade do ar;
  • Diminuição de poluição sonora;
  • Aumenta a biodiversidade;
  • Equilíbrio natural no conforto térmico;
  • Redução da erosão;
  • Recuperação de áreas degradadas;
  • Melhora a vazão de mananciais hídricos;
  • Diminui a pressão em florestas nativas.

“A utilização de madeira de eucalipto e pinus na construção civil, também em outros segmentos incluindo o ferroviário, rural e elétrico, exige técnicas para preservar e proteger, garantindo uma durabilidade maior. Há como combater agentes de deterioração que podem ser de natureza química, física ou biológica. Estas técnicas vão desde adoção de detalhes construtivos que impedem a ação destes agentes, a aplicação de preservativos de madeira por processos não industriais como imersão simples, pincelamento, pulverização, entre outros, ou por meio de processos industriais, realizados por vácuo-pressão em autoclave em usinas de preservação de madeiras. A escolha do produto e do processo depende do tipo de madeira e das utilizações das mesmas. Podemos destacar, por exemplo, que a madeira de eucalipto sem tratamento dura menos de um ano, a tratada no mínimo 15 anos”, explica o diretor da ABPM Geraldo.

“É importante destacar que a madeira está presente nas construções como pisos, estruturas, paredes, decks, portas, esquadrias, entre outros. Mas, se repararmos atentamente nos telhados, por exemplo, veremos que a maioria é feito com madeira nativa, ou seja, não tem como origem o reflorestamento, não há como negar que o mercado tem que se educar e substituir de maneira ambientalmente adequada. Uma certificação viria para agregar e valorizar o produto e também as construções, defendendo principalmente a preservação da madeira nativa.”, finaliza o presidente da ABPM, Sérgio Brazolin.

 

Madeiras de reflorestamento mais comuns no Brasil: 

EucaliptoÉ a árvore de reflorestamento mais plantada no Brasil devido à sua velocidade de crescimento, e pode ser do tipo “Grandis”, mais claro e mais comum, ou do tipo “Citriodora”, mais escuro, pesado e resistente. Muito usada como estrutura nas construções, gerando visual rústico e robusto.

 

Pinus Elioti: A primeira árvore a ser utilizada para replantio no Brasil, que fornece madeira de aspecto amarelado e com muitos nós (marcas arredondadas e escuras presentes de maneira irregular em cada peça).

 

 

Nós, da Santos Madeiras, pensamos consciente e apostamos em madeiras de reflorestamento, com uma extração mais benéfica e uma visão na sustentabilidade

Venha até uma das nossas lojas conferir a variedade de bitolas disponíveis nesses materiais, com certeza uma delas é perfeita para seu projeto. 

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www.santosmadeiras.com.br

📍 Unidade Palhoça – BR 101, 213

📍 Unidade Santo Antônio de Lisboa – SC 401, 11600

📍 Unidade Itacorubi – Rod. Admar Gonzaga, 867

Referências: Potencial Florestal, ARQUITETA FERNANDA DG., Aecweb

Criado por: Eduarda Mortari, Júlio Santos e Keyson Carlos

Revisado por: Helin Kondras

Artes: Café com Marketing

 

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